5. Sistema de Arquivo no Linux (File System) – Parte 1

5. Sistema de Arquivo no Linux (File System)

5.1. – Conceitos Fundamentais

5.1.1 – Arquivos

Conceitualmente, arquivos são mecanismos de abstração que fornece uma forma de armazenar e recuperar informações em disco. A características mais importante de qualquer mecanismo abstração é a forma de identificar os objetos como os quais o mecanismo trata.

Quando um processo cria um arquivo, é preciso que tal arquivo receba um nome, normalmente dado pelo processo. Quando tal processo termina sua execução, o arquivo continua a existir, podendo ser acessado por outros processos, usando para tanto o nome atribuido ao arquivo.

O Linux faz distinção entre nome maiúsculos e minúsculos. Normalmente um nome de arquivo é composto de nome e uma extensão, separada por ponto no Linux, o tamanho da extensão, se houver, fica a critério do usuário, e uma arquivo pode até ter duas ou mais extenções, exemplo : prog.c.Z.

Não há limite de números de caracteres utilizados para dar nome a arquivos.

O Sistema Operacional Linux, olha o arquivo como uma sequência de byte, sem nenhuma estrutura, isto dá uma flexibilidade espantosa ao sistema de arquivo.

Os programas de usuários, podem colocar o que desejarem nos arquivos e identificá-los da forma que lhe for mais conveniente, o Unix não influência em NADA nesta processo de identificação.

5.1.2 – Diretórios

Para tratar dos arquivos, o sistema operacional normalmente lança mão do diretórios, no caso do Linux diretórios hierárquico, os diretórios são um tipo de arquivo.

Sistema de Diretórios Hierárquicos

/ – Raiz

 

 

 

 

 

– Subdiretórios
/bin
/dev
/ usr

– Subdiretórios
/usr/Dirson
/usr/Raulison
/usr/ Weslei


No Linux todos os arquivos fazem parte de um diretório, assim eles são mantidos e organizados, os diretórios são meios de oferecer endereços dos arquivos, de maneira que o SO possa acessá-los rapidamente e facilmente, ao entra pela primeira vez em sua conta, o usuário já esta em um subdiretório denominado subdiretório de entrada.

5.1.3 – Conta

É uma senha que é aberta pelo administrador do sistema (denominado de root) onde o usuário indentifica-se para o computador, que então dá acesso ao seu diretório de entrada, onde você pode executar os comandos permitidos a sua senha. Nos SO padrão Unix, a conta é obrigatória para todos, a figura 02 mostra um exemplo de abertura de conta no Linux.

Linux 2.0.0 (carvalho.cpd.ufg.br) (tte p0)

 

 

carvalho login: root
Password:
Ast login: Wed Jan 29 12:16:37 from
jacaranda.cpd.uf
Linux 2.0.0.
carvalho:~$


5.1.4 – Tipos de arquivos

O Linux suporta arquivos regulares, arquivos de diretório, arquivos especiais de caracteres e arquivos especiais blocados.

Os arquivos regulares são aqueles que contém informações de usuários, por exemplos, tipo ASCII.

Arquivos diretórios são arquivos usado na manutenção do sistema de arquivo. Arquivos especiais de caracteres estão diretamente ligado à entrada/saída e são usados para dispositivos seriais de entrada/saída, tais como terminais, impressoras e rede.

Os arquivos especiais blocados são usado modelar dispositivos. Um exemplo de tipos de arquivos utilizados no Linux pode ser visto na

carvalho:/usr$
ls
X11@ etc/ lib/ spool@
X11R6/ games/ local/ src/
X386@ i486-linux/ man/ tclX/
adm@ i486-linuxaout/ opemwin/ tkX/
bin/ i486-sesv4/ préerve@ tmp@
dict/ include/ sbin/
doc/ info/ share/
ftpusers mtools.conf sesog.conf
carvalho:/usr$

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