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O desafio atual enfrentado pela indústria de tecnologia da informação (TI) é o de continuar produzindo sistemas menores, mais leves e mais rápidos e, ao mesmo tempo, encontrar melhores meios de gerenciar as complexidades das tecnologias computacionais.

A indústria direciona um grande esforço à segurança e ao gerenciamento de informações e de dispositivos para a produção  de sistemas mais flexíveis, de modo a torná-los disponíveis aos usuários a qualquer tempo, em qualquer lugar. O conceito de Virtualização de plataforma abre espaço para futuros dispositivos poderosos, autônomos e confiáveis.

A virtualização é um conceito que começou a chamar  a atenção das empresas há cerca de cinco anos.

Até então, era uma prática comum entre as empresas – como ainda é, em muitos casos utilizar servidores separados para hospedar aplicações críticas, como servidores de e-mail, bancos de dados e softwares de gestão. O problema deste modelo é que ele aproveita mal os recursos das máquinas – em média, os servidores utilizam somente de 5% a 10% da sua capacidade, segundo estimativa da empresa de software para virtualização VMware.

Com o objetivo de reduzir os custos de administração e manutenção e centralizar o trabalho dos gerentes de tecnologia, as empresas apostaram em um novo conceito: utilizar equipamentos mais robustos, com mais recursos de processamento e espaço em disco, para hospedar as diversas aplicações da companhia, prática batizada de consolidação de servidores.

Apesar dos ganhos em administração, energia e espaço, este modelo trazia uma desvantagem fundamental em relação à infra-estrutura  descentralizada: se todas as aplicações da sua empresa rodam sobre um único hardware, isso significa que se ele quebrar, tudo pára.

Além disso, as aplicações de uma empresa nem sempre rodam sobre a mesma plataforma; muitas vezes exigem sistemas operacionais diferentes ou mesmo versões distintas de um mesmo sistema.

A Virtualização de plataformas pode ser definida como a criação de um sistema computacional logicamente segmentado, que funciona em uma base real. As plataformas virtuais são vistas pelo usuário e funcionam como se fossem computadores físicos.

O conceito de Virtualização inclui todas as camadas da plataforma – desde aplicativos e sistemas operacionais a componentes, processadores e interconexões da plataforma.

A maior utilização: Storage

A Virtualização do armazenamento é o processo de consolidar vários dispositivos físicos de diversos fabricantes e reorganizá-los em agrupamentos virtuais e lógicos, ou em unidades de armazenamento.

Essas unidades são apresentadas ao sistema operacional para utilização pelos aplicativos e usuários finais adequados.

Apesar do recente aumento de interesse, a Virtualização do armazenamento não é novidade, tanto no conceito quanto na prática. Definida há quase 20 anos na computação em mainframes, a tecnologia está descobrindo uma nova oportunidade e importância com a emergência das redes SANs (Storage Area Networks). Com toda a empolgação em torno da virtualização da SAN, é fácil perder de vista os benefícios imediatos desse processo, que podem ser obtidos também na predominante arquitetura de  armazenamento de dispositivos conectados diretamente – DAS (Direct Attached Storage). Seja em mainframe, seja em  ambientes de sistema aberto, as tecnologias de Virtualização são utilizadas para simplificar e centralizar o gerenciamento e para fornecer a flexibilidade no atendimento à demanda dos atuais requisitos de dados.

A Virtualização elimina as restrições físicas, ao criar uma camada de abstração acima do armazenamento físico em si, que é acessível como um agrupamento lógico de storage e que pode ser alocado quando e onde for necessário. Essa camada oferece a capacidade de combinar dispositivos físicos heterogêneos em entidades virtuais projetadas para atender os requisitos individuais dos aplicativos.

Por exemplo, um agrupamento virtual de armazenamento pode ser criado utilizando-se os discos físicos mais rápidos, a fim de otimizar o desempenho para um aplicativo de missão critica, enquanto protege o usuário e o aplicativo dos detalhes da implementação de hardware.

Então, na medida em que o novo hardware se torna disponível ou que as características do aplicativo se modificam, as alterações na camada física podem ser realizadas sem interromper o acesso aos dados no dispositivo lógico.

Outra vantagem da virtualização é que é possível manter estações virtuais rodando aplicações redundantes, permitindo que, no caso de falha em um ambiente, o outro seja utilizado como recurso de contingência. Com a ajuda dos softwares apropriados, é possível ainda mover estações virtuais para hardwares diferentes, em caso de um problema físico, evitando assim a perda de produtividade.

A virtualização é uma mudança de paradigma; ela muda seu modo de pensar em relação aos recursos. Com a virtualização, você não está mais restrito a executar apenas um sistema operacional em um servidor ou workstation de baixa utilização.
É possível consolidar vários sistemas operacionais e aplicativos em servidores poderosos, o que propicia a simplificação do datacenter, uso mais eficiente, redução de custo e mais segurança em sua empresa.

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bateria3

Níquel-Cádmio (NiCd) é uma tecnologia de construção de baterias recarregáveis bastante popular usada em vários equipamentos eletrônicos, tais como notebooks, telefones celulares, telefones sem fio, entre outros.

Ela também é muito conhecida pelo seu famoso “efeito memória”, que faz com que este tipo de bateria perca sua carga mais rapidamente na medida em que o tempo passa. Vamos conhecer detalhes sobre o funcionamento das baterias NiCd, o que é e porque o “efeito memória” acontece e ainda como evitá-lo.

Como o próprio nome já diz, as baterias NiCd são feitas de dois elementos químicos: o Níquel, sobre a forma de Hidróxido Niquélico, e o Cádmio. Um terceiro elemento é usado como eletrólito, geralmente uma solução de Hidróxido de Potássio.

O Cádmio é o grande vilão. Primeiro porque ele é o elemento por trás do “efeito memória”, e segundo porque é um metal pesado e muito tóxico.

Mas afinal, o que é este “efeito memória”?

O “efeito memória” é quando a bateria “acha” que está completamente carregada quando na verdade não está. Estando 70% carregada, “acha” que está 100%. Dessa forma,  quando a colocamos para carregar ela não será recarregada, já que ela “acha” que está completamente carregada. Ao usar seu equipamento eletrônico, sua autonomia será menor, pois está com apenas 70% da carga. Por isso assumimos que baterias NiCd antigas duram menos do que as novas.

Porque o Efeito Memória acontece e como evitá-lo ?

O efeito memória acontece devido à formação de  cristais de cádmio dentro da bateria. Esse cristal é difícil de dissolver e é um dos responsáveis pelo “efeito memória”. O macete para evitar o “efeito memória” seria prevenir a formação desses cristais dentro da bateria.

A melhor maneira seria justamente recarregar a bateria apenas quando ela estiver totalmente  descarregada.No entanto, isso traz outro problema: as baterias de NiCd não podem ser completamente descarregadas ou elas são danificadas. A descarga completa geralmente significa ter tensões abaixo de 1 V por pilha (as baterias de NiCd são geralmente formadas pelo agrupamento de várias pilhas de 1,2 V; baterias de NiCd típicas são de 3,6 V usando três pilhas de 1,2 V). O macete que é recomendado por várias pessoas para resolver o efeito memória seria descarregar as baterias NiCd dando um curto nelas (ou qualquer outra forma de “descarga rápida”).

No entanto, este tipo de macete não dissolverá os cristais de Cádmio.  O modo correto para descarregar baterias de NiCd e evitar o “efeito memória” é descarregá-las usando seu equipamento normalmente, até que o equipamento comece a reclamar que a bateria está baixa.

Uma outra técnica que algumas pessoas fazem para recuperar baterias NiCd é através de uma carga rápida de alta corrente (técnica conhecida como “zapping”, em inglês).

Funcionará se a bateria tiver um tipo de curto-circuito interno causado por um  pequeno dendrito, que é um pequeno pedaço de material conectando internamente os dois pólos da bateria.

O que o “zapping” faz é queimar este detrito, como se ele fosse um fusível, resolvendo o problema do curto circuito.   Mas o problema pode voltar, porque não apenas outros dendritos podem ser formados, mas também o material que foi vaporizado está agora dentro da bateria, que pode agir como um resistor, fazendo com que a bateria armazene menos carga do que armazenaria quando estava boa. Fazer um “zapping” na bateria se o problema não é um curto-circuito interno pode danificá-la ainda mais. Se você deixar sua bateria de NiCd descarregar completamente ela pode se danificar – ou seja, ficar completamente descarregada para sempre – e o problema aqui não será nenhum detrito dentro dela criando um curto-circuito interno.

Resumindo…

* Para evitar o “efeito memória” você deve fazer um “ciclo de recarga completo”, usando  seu dispositivo até que ele fique operacionalmente e apenas então recarregá-lo.

* Baterias de NiCd aceitam por volta de 500 ciclos de recarga completos.

* Baterias de NiCd não podem ser descarregadas completamente (tensão abaixo de 1 V por pilha). Isto danifica a bateria.

* Não faça um curto-circuito nas baterias de NiCd ou execute qualquer outro truque de “descarga rápida”. Isto danifica a bateria. Este tipo de procedimento não dissolverá os cristais de Cádmio que são os responsáveis pelo problema do “efeito memória”.

* Fazer uma carga rápida de alta corrente (“zapping”) de uma bateria de NiCd pode resolver  o problema de baterias “mortas”. No entanto, esta técnica não tem nada a ver com o problema de “efeito memória”.

* Quando não são usadas, as baterias de NiCd perdem 1% da sua carga por dia. Após três meses e meio a bateria estará completamente descarregada, danificando-a.

* Não exponha baterias NiCd a altas temperaturas.

* Baterias que não são baseadas em Cádmio não sofrem do “efeito memória”.

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redeswireless

A palavra wireless provém do inglês wire (fio, cabo); less (sem); ou seja: sem fios. Wireless então caracteriza qualquer tipo de conexão para transmissão de informação sem a  utilização de fios ou cabos.

Podemos dizer que o mundo wireless é dividido em 4 grandes grupos, são eles Redes Pessoais Sem Fio ou WPAN (Wireless Personal Area Network). Redes de Longa Distância sem Fio ou WWAN (Wireless Wide Area Network), Redes Metropolitanas sem Fio ou WMAN (Wireless Metropolitan Area Network) e Redes Locais sem Fio ou WLAN (Wireless Local Area Network).

Para entender perfeitamente de onde vem cada componente wireless que você conhece, seja ele um ambiente de rede sem fio ou simplesmente um controle remoto de televisão, veremos cada grupo e suas principais divisões, aplicações e meios de comunicação.

WPAN (Wireless Personal Area Network)

Aqui neste grupo abrigam-se as tecnologias wireless com transmissão de pequeno alcance em metros. O filho mais famoso deste grupo é o Bluetooth (atualmente muito utilizado em dispositivos portáteis e móveis) e que é o padrão IEE 802.15.1. O Bluetooth tem dois irmãos que vão fazer o maior sucesso muito em breve. Um é o ZigBee e o outro UWB.

WWAN (Wireless Wide Area Network)

Aqui temos as tradicionais tecnologias do nosso famoso Telefone Celular de voz e alguns serviços de dados (Wireless Data Services). Aqui vamos desde os “jurássicos” TDMA (9,6 Kbps) e CDMA (14,4 Kbps) até as modernas tecnologias EDGE e UMTS passando por GSM/GPRS e também o CDMA 2000-1xRtt e CDMA 2000 – 1xEV-DO. Hoje já está começando a se falar no CDMA-1xEV-DV (Evolution).

O ZigBee, da ZigBee Alliance, é o o padrão IEE802.15.4 e vai ser muito utilizado em Controle Residencial, Automação de Prédios e Automação Industrial. A instalação do ZigBee em uma indústria representa uma economia de 30% de fiação na automação industrial. O UWB (Ultrawideband), é um padrão ainda não completamente homologado pelo IEEE por causa de disputas políticas entre fabricantes. Esta tecnologia é muito poderosa e opera em velocidades de transmissão de 500 Mbps em distância de 4 metros. O Bluetooth atual tem a limitação de velocidade de 1 Mbps.

n, Data and Voice).

O mundo começa a cobrar uma evolução  maior das tecnologias CDMA e GPRS no que se refere a dados. Algo vai ter que acontecer pois o WiMAX Móvel (padrão IEEE 802.16e) está chegando em 2007.

WMAN (Wireless Metropolitan Area Network)

Sistema de rede utilizado para prover a comunicação de dados entre pontos distantes. Possibilita a integração total de empresas através da conexão entre matriz e filiais, campus de universidades, hospitais e centros médicos, acesso à banda larga etc. As WMAN’s são a próxima geração para as redes sem fio. As WLAN’s permitem prover cobertura a dados em áreas como uma empresa, escritório, escola, etc, porém
com as WMAN’s é possível cobrir até mesmo cidades inteiras com esta solução. Cidades que não contam com infraestrutura adequada para usufruir soluções de comunicação de dados em alta velocidade já podem implantar soluções WMAN’s e prover banda larga a seus munícipios.

WLAN (Wireless Local Area Network)

A família que iremos nos aprofundar mais, pois é nela que encontram-se as redes wireless LAN que é o padrão IEEE 802.11x. O filho mais pródigo nesta família é o Wi-Fi (Wireless Fidelity) que vem a ser o padrão IEEE 802.11b com as seguintes características: opera em 2,4 GHZ, taxa de transmissão de 11 Mbs, modulação DSSS (Direct Sequence) com alcance de 100 a 300 metros. Depois vieram seus seguidores
IEEE 802.11a padrão que opera em 5 GHZ, taxa de transmissão de 54 Mbs e modulação OFDM ( Orthogonal Frequency Division Multiplexing) ) e o IEEE 802.11g, padrão que opera em 2,4 GHZ, taxa de transmissão de 54 Mbs e modulação OFDM.

Como funciona uma Rede Wireless ?

Através da utilização portadoras de rádio ou infravermelho, as WLANs estabelecem a comunicação de dados entre os pontos da rede. Os dados são modulados na portadora de rádio e transmitidos através de ondas eletromagnéticas. Múltiplas portadoras de rádio podem coexistir num mesmo meio, sem que uma interfira na outra. Para extrair os dados, o receptor sintoniza numa freqüência específica e rejeita as outras portadoras de freqüências diferentes. Num ambiente típico, o dispositivo transceptor (transmissor/receptor) ou ponto de acesso (access point) é conectado a uma rede local Ethernet convencional (com fio). Os pontos de acesso não apenas fornecem a comunicação com a rede convencional, como também intermediam o tráfego com os pontos de acesso vizinhos, num esquema de micro células com roaming semelhante a um sistema de telefonia celular.

Wi-Fi (Wireless Fidelity)

Marca registrada pertencente à Wireless Ethernet Compatibility Alliance -WECA, é uma tecnologia de interconexão entre dispositivos sem fio, usando o protocolo IEE 802.11b. O padrão Wi-Fi opera em faixas de freqüências que não necessitam de licença para instalação e/ou operação. Este fato as torna atrativas. No entanto, para uso comercial no Brasil é necessária licença da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Para se ter acesso à Internet através de uma rede Wi-Fi deve-se estar no raio de ação de um ponto de acesso (normalmente conhecido por hotspot) ou local público onde opere uma rede sem fios e usar um dispositivo móvel, como um notebook, um handheld ou um assistente pessoal digital com capacidades de comunicação Wireless. Um Hotspot Wi-Fi é criado para estabelecer um ponto de acesso para uma conexão de Internet. O ponto de acesso transmite um sinal sem fio numa pequena distância – cerca de 100 metros. Quando um periférico que permite Wi-Fi, como um notebook, encontrar um hotspot, o periférico pode na mesma hora conectar na rede sem fio. Muitos hotspots estão localizados em lugares que são confortavelmente acessíveis ao público, como aeroportos, cafés, hotéis e livrarias. Muitas casas e escritórios também têm redes Wi-Fi. Enquanto alguns hotspots são gratuítos, a maioria das redes públicas é suportada por Provedores de Serviços de Internet (Internet Service Provider – ISPs) que cobram uma taxa dos usuários para conectar na Internet.

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historiahd

O Hard Disk, ou disco rígido, é um sistema de armazenamento de alta capacidade (que permite armazenar arquivos e programas). Ao contrário da memória RAM, os dados gravados não são perdidos quando se desliga o micro, assim, todos os dados e programas ficam gravados no disco rígido. Apesar de também ser uma mídia magnética, um HD é muito diferente de um disquete comum, ele é composto por vários discos empilhados que ficam dentro de uma caixa hermeticamente lacrada, pois como gira a uma velocidade muito alta, qualquer partícula de poeira em contato com os discos, poderia inutilizá-los completamente. Por esse motivo, um disco rígido nunca deve ser aberto.

A tecnologia de armazenamento de dados em discos magnéticos sofreu uma grande evolução desde o aparecimento do modelo Ramac 305 pela IBM, com capacidade de 5mb e pesando mais de 1 ton (veja figura acima).

Por mais de 20 anos, as consideráveis inovações partiram quase que praticamente da IBM. No entanto, alguns fabricantes criaram produtos independentes das linhas IBM, como a Control Data, com a série SMD, a Amplex, a Calcomp e a CII-Honeywell Bull.

Os discos rígidos podem ser divididos em três gerações, conhecidas pelo número do produto IBM que lançou a tecnologia: 2314 (início dos anos 60), 3330 (fim dos anos 60 e início dos anos 70) e 3340 ou winchester (1973). Essa denominação deve-se ao fato de a unidade de gravação ter originalmente dois módulos (em analogia com a arma de dois canos calibre 30/30).

Em 1973, com a tecnologia Winchester, a IBM introduziu uma série de inovações que permitiram consideravelmente o número de “choques de cabeçote” (head crashes) e, por outro lado, aumentar as densidades de gravação tanto de trilhas como de bits. Isso foi conseguido com aperfeiçoamentos nas tecnologias de cabeças de leitura/gravação, no mecanismo de posicionamento das cabeças e na diminuição da espessura da camada magnetizável do disco.

Além disso, o disco, a cabeça, o mecanismo de posicionamento e o eixo motor do disco passaram a ficar em ambiente hermeticamente fechado. A tecnologia Winchester, inicialmente, só estava disponível para os grandes sistemas. Mas, em 1978, a IBM anunciou uma unidade de 8 polegadas para sistemas de pequeno porte. Novos aperfeiçoamentos introduzidos pela IBM em seus sistemas de discos aumentaram ainda mais a densidade de gravação.

O aumento da densidade de informações para 25 mil bits por polegada não poderia existir sem uma evolução nos suportes magnéticos. Em 1982, era lançada uma nova geração de mídias que substituía o prato de alumínio com óxido férrico por um disco coberto por uma camada metálica de cobalto ou cromo.

Em 1980, produzido pela Seagate Technology, o primeiro Hard Disk Drive para microcomputadores armazenava 5 Megabytes de dados, muito mais que os discos flexíveis da época.

Fonte: www.museudocomputador.com.br

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notebookpositivo

Um notebook ou simplesmente laptop ? um pequeno computador portátil  que pode ter o peso de aproximadamente 3Kg, dependendo de seu tamanho, material que foi fabricado e outros fatores.

A expressão laptop deriva da aglutinação dos termos em inglês lap (colo) e top (em cima) significando computador portátil, em contrapartida aos desktop (em cima da mesa).

Embora os termos laptop e notebook tratem do mesmo aparelho, o termo laptop é o mais antigo deles, sendo apresentado pela primeira vez em 1983 no Gavilan SC, um dos primeiros computadores portáteis. Notebook é o termo mais conhecido e recente. Este termo foi empregado pela primeira vez  nos computadores NEC UltraLite e Compaq LTE em 1989 a fim de diferenciar esses computadores dos demais laptops no mercado, já que eram muito menores e muito mais leves que seus antecessores. O tamanho da maioria dos notebooks, fechado é de uma folha de papel A4. Alguns computadores portáteis como o Macintosh Portable e alguns modelos Zenith TurbosPort eram descritos como laptops, embora seu tamanho e peso fossem muito grandes para essa categoria.

Os laptops funcionam com uma única bateria ou com um adaptador externo AC/DC, que pode carregar a bateria enquanto o utiliza. Como computadores pessoais, os laptops são capazes de realizar as mesmas tarefas que um PC comum (desktop), apesar deles serem geralmente menos poderosos e custarem o equivalente ou mais que um desktop. Um notebook contém componentes similares a um desktop e realiza as mesmas funções, porém em tamanhos reduzidos e otimizados para o uso móvel. Possuem tela de cristal líquido e a maioria deles utiliza diferentes módulos de memória para seu acesso de memória randômica (RAM), por exemplo, ao invés das grandes memórias DIMM, utiliza a SO-DIMM (bem menor, comparado ao DIMM comum). Juntamente ao teclado integrado, possuem um trackpad ou touchpad (ponto de acesso por toque) que pode substituir o uso do mouse. Porém se o usuário desejar, pode optar por usar um mouse.

Historia

Curiosamente, embora a história dos computadores portáteis seja coisa do passado recente, não há consenso sobre qual teria sido o primeiro modelo. Mas sites especializados como About e How Stuff Works apontam o Grid Compass, projetado em 1979 por William Moggridge para a Grid Systems Corporation como um possível pioneiro.

Passado

Grid Compass

Consta que o Grid Compass foi concebido para ser usado pela NASA nas primeiras expedições espaciais. Faz sentido: seu gabinete, de liga de magnésio, era extremamente resistente. O modelo original tinha 256 KB de memória tipo bubble memory (um tipo de memória magnética onde cada bit era gravado  agnetizando em um determinado sentido uma superfície recoberta com uma fina camada magnética; a magnetização era feita por um campo circular, o que fazia com que o ponto magnetizado se assemelhasse a uma bolha, de onde derivou o nome) que, sendo não volátil, funcionava de forma semelhante a dos discos rígidos atuais. A tela era plana, de plasma. O formato se assemelhava vagamente ao dos computadores portáteis modernos. Mas como não usava bateria e só funcionava ligado a uma tomada de energia, discute-se se ele poderia ser considerado um micro verdadeiramente portátil.

Osborne 1

O primeiro computador que usava bateria, embora opcional, foi o Osborne 1, comercializado em 1981 pela Osborne Computer, de Adam Osborne. Apesar do peso relativamente grande (cerca de 11 kg, enorme para os padrões atuais) seu fator de forma não deixa dúvidas que ele foi concebido para ser transportado.

Sua pequena tela (cinco polegadas, do tipo CRT) exibia apenas 24 linhas de 52 caracteres cada. Apesar disso, foi o primeiro computador a trazer software integrado: vinha com o editor de textos WordStar, a planilha SuperCalc, o banco de dados DBase II e uma modalidade de BASIC, a linguagem de programação mais popular da época. Seu processador era um Zilog Z80 de oito bits.

Epson HX-20

Houve outras tentativas de fabricar computadores portáteis, mas nenhum deles se assemelhava aos modernos notebooks. Como o Epson HX-20 de 1981 com dois processadores 6301 fabricados pela própria Epson, alimentado a bateria e usando uma minúscula tela de cristal líquido com 4 linhas de 20 caracteres cada. Seu dispositivo de armazenamento era um gravador cassete externo (possuia um driver de disquetes opcional).

Radio Shack TRS-80 Model 100

O TRS-80 Model 100 foi fabricado em 1983 pela Radio Shack, com apenas 4 KB de memória (mas que poderia ser expandida at? 24 KB!!!), tela de cristal líquido com 8 linhas de 40 caracteres, alimentado a bateria, com um drive de disquetes de 3,5 polegadas e também equipado com um Zilog Z80.

Compaq SLT/286

O primeiro computador portátil com um aspecto semelhante ao dos exemplares mais recentes foi o Compaq SLT/286 lançado em 1988. Era um verdadeiro computador de 16 bits, já que vinha equipado com o processador Intel 80286, operando em 12 MHz e alimentado a bateria. Trazia 640 KB de memória RAM, um drive de disquetes de 3,5 polegadas e foi o primeiro entre os portáteis a dispor de um disco rígido, de 20 ou 40 MB conforme o modelo. E trazia uma tela VGA de 640 x 480 pixels. Seria um forte candidato ao posto de primeiro portátil moderno não fora por seu peso excessivo: seis quilos e meio, uma barbaridade para se carregar por muito tempo.

NEC Ultralite

O NEC Ultralite foi lançado em 1989 e se encaixava realmente no conceito moderno do que vem a ser um computador portátil. Alimentado a bateria recarregável, pesava menos de 2 kg. Seu fator de forma era
exatamente o mesmo dos notebooks modernos, apenas o tamanho era ligeiramente superior (30 cm x 21 cm x 3,6 cm), Mesmo assim, ha modelos modernos de alto desempenho maiores do que ele. Vinha equipado com uma CPU NEC V30 (equivalente a um Intel 8086), 640 KB de memória RAM e uma tela de cristal líquido de 9,5 polegadas com 640 x 200 pixels em modo gráfico.

Não tinha disco rígido, mas trazia uma memória não volátil de 2 MB que prestava a mesma função. E, evidentemente, um drive para disco flexível de 3,5 polegadas como opcional. E, inaugurando a fase de comunicações nos micros portáteis, trazia um modem interno. De 2.400 bps, na verdade, mas não esqueçamos que nos anos 80 essa era taxa perfeitamente aceitável.

Não se sabe se o NEC Ultralite foi ou não o primeiro computador a ser considerado laptop. Mas sabe-se que foi o primeiro a fazer sucesso. Um sucesso de vendas tão estrondoso que praticamente todo fabricante de computadores adotou o mesmo fator de forma (que perdura até hoje) e passou a produzir modelos equivalentes.

Desde então os progressos foram extraordinários. Hoje, os micros portáteis modernos ou são muitíssimos menores e mais leves que o NEC Ultralite (o que cunhou o nome notebook, por serem mais ou menos do tamanho de uma agenda de mão) ou extraordinariamente mais poderosos. Isso sem falar nas telas coloridas de altíssima resolução e na capacidade de comunicação sem fio que praticamente todo modelo atual traz integrada. Mas que o NEC Ultralite foi o precursor de uma nova era, isso não há como negar.

Futuro

Steve Kleynhans, vice-presidente de computalção do Gartner, diz que os PCs móveis seguirão as duas principais tendências atuais: modelos ultraportáteis inferiores a 1,8 quilo e notebooks para substituição de desktops com telas de 15 a 17 polegadas, com peso entre 3,5 a 4,5 quilos, grande parte deles feita para ser usada conectada a tomada. A quarta geração de notebooks Centrino, da Intel, agendada para o início de 2007, inclui muitos gigabytes da rápida memória Nand flash, que promete inicializar e carregar programas velozmente.

Com sua tecnologia SideShow, o Vista permitirá que os fabricantes de laptop incluam um display na parte exterior do notebook, a exemplo de alguns modelos de celulares. Assim, não será preciso abrir o computador para verificar se aquele e-mail importante chegou. E a tecnologia Preface, da PortalPlayers, aguardada para o primeiro semestre de 2007, trabalhará junto com o SideShow para oferecer uma tela/PDA destacável, que poderá ser usada como uma espécie de prancheta, independente mente do notebook.

Vamos aguardar o que o futuro nos reserva!

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Benvindo a Era Multicore

“Bem-vindos a era multicore, uma era onde todas as nossas capacidadesde computação multiplicarão nossas próprias capacidades pessoais” Justin R. Rattner, CTO da Intel.

Em poucas palavras, a tecnologia Multicore (múltiplos núcleos) consiste em colocar duas ou mais unidades de execução (cores) no interior de um único processador.

O sistema operacional trata esses núcleos como se cada um fosse um processador diferente, com seus próprios recursos de execução. Adicionar novos núcleos de processamento a um processador possibilita que as instruções das aplicações sejam executadas em paralelo em vez de serialmente, como ocorre em um núcleo único. Os processadores de múltiplos núcleos permitem trabalhar em um ambiente multitarefa. Em sistemas de um só núcleo, as funções de multitarefa podem ultrapassar a capacidade da CPU, o que resulta em queda no desempenho enquanto as operações aguardam serem processadas.

Para uma total utilização do poder de processamento oferecido pelo Multicore, as aplicações devem ser escritas usando intensivamente o conceito de threads. Ocasionalmente, uma mudança tecnológica varre a indústria e agita totalmente o mundo do software. A computação paralela, revitalizada pelos processadores multi-core recém-lançados,é uma mudança desse tipo. A mudança para a computação paralela está revolucionando os modelos tradicionais de programação linear e favorecendo um renascimento das ferramentas de desenvolvimento, novos conceitos de programação, novos modelos de multitarefa e diversas oportunidades para os desenvolvedores de soluções e arquitetos de sistemas conquistarem um novo espaço e criarem aplicativos definidores de tendências.

Em meio ao tumulto e à reestruturação que acompanham toda mudança tecnológica, asempresas têm a oportunidade ideal de pegar a crista dessa onda, adaptando os aplicativos para tirar proveito da capacidade multithreading e do desempenho com redução no consumo de energia incorporados as microarquiteturas. Até o final de 2007, a grande maioria dos novos computadores comercializados conterá a tecnologia Dual-core ou Quad-core.

A ampla adoção da tecnologia de processador multicore está inspirando uma nova maneira de abordar as possibilidades tecnológicas e provocando uma explosão de criatividade nos designs de soluções inovadoras. Os desenvolvedores de aplicativos cliente podem explorar novas formas de empregar a multitarefa, anteriormente consideradas impraticáveis  e difíceis de executar. Por exemplo, as tarefas úteis poderiam ficar em execução o tempo todo — a varredura de vírus em operação contínua e pró-ativa, um utilitário de backup automático para garantir que nenhum arquivo desapareça, um monitor inteligente deworkflow prevendo as necessidades dos usuários e fornecendo informações em tempo real,quando necessário.

Ao projetar aplicativos para processadores Dual-Core e Quad-Core, os desenvolvedores tendem (devido ao modo como as plataformas funcionavam antigamente) a raciocinar em termos de utilizar dois ou quatro processos. Contudo, se os desenvolvedores projetarem programas para a maior quantidade de processos possível dentro do programa,  à medida que núcleos adicionais se tornarem disponíveis, o aplicativo será executado mais rapidamente e de modo mais eficiente.

A prática de encadear em processos além do número de núcleos  disponíveis no momento basicamente prepara o projeto do aplicativo para o futuro e proporciona retornos sobre o investimento em tempo e esforço, que podem se estender por anos depois do lançamento do aplicativo.

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O aumento do volume de informações que circula nas empresas passou a ser crítico em qualquer corporação e com ele a importância de contar com ferramentas de armazenamento de dados.

Atualmente, o desafio não é só dimensionar a necessidade de espaço, em função dos terabytes a serem preservados, mas gerenciar esse processo de forma eficiente para garantir acesso rápido e inteligente aos dados armazenados. Com isso, o conceito do gerenciamento dos dados armazenados vem evoluindo a cada dia, com o surgimento de novas soluções, estratégias e tendências.

Antigamente, o computador era conectado diretamente ao seu setor de armazenamento, e nenhum outro PC podia acessar os dados guardados. Os aplicativos eram executadosem um mainframe. Na medida em que a computação cliente-servidor foi desenvolvida, os aplicativos passaram a ser executados em servidores dedicados, cada qual com seu próprio sistema de armazenamento.

Não tardou a surgir, contudo, a necessidade desses aplicativos compartilharem dados. Conforme a capacidade dos sistemas de disk array (módulos de armazenamento de discos) foi crescendo, um único disk array pôde suprir as necessidades de armazenamento de vários servidores. Assim, nasceu o storage em rede.

Hoje, o storage – armazenamento de dados – vai além do seu conceito. Entre as novas modalidades atreladas ao tema estão a virtualização de dados e o gerenciamento do ciclo de vida da informação.

Mas o que é virtualização  de storage?

Nada mais do que o processo de consolidar vários dispositivos físicos, de diversos fabricantes e reorganizá-los em agrupamentos virtuais, lógicos ou em unidades de armazenamento. Essas unidades são
apresentadas ao sistema operacional (OS) para utilização por aplicativos ou pelos usuários finais apropriados.

Apesar de soar como um recurso atual, a virtualização do armazenamento não é novidade, tanto no conceito como na prática.  Definida há quase 20 anos, na computação em mainframes, a tecnologia está se consolidando com o avanço das SANs (Storage Área Networks).

Entre as tecnologias emergentes na área de storage, estão a virtualização, já citada anteriormente, a Internet SCSI e o ILM (Information Lifecycle Management). Ao lado de tecnologias já consolidadas como o NAS (Network Attached Storage) – armazenamento conectado à rede.

As vantagens de seu uso incluem armazenamento compartilhado, habilidade de adotar diferentes protocolos de arquivos para diferentes ambientes e redução de custos administrativos, resultando em menor custo total de propriedade. Já a SAN (Storage Area Network), rede de armazenamento, pode ser utilizada para
conectar  múltiplos servidores e é indicada para organizações com necessidade de storage de larga escala e um arsenal complexo de dispositivos de armazenamento.
O ILM, gestão do ciclo de vida da informação, é um recurso que contribui para o gerenciamento de storage de forma inteligente e é fundamental para a demanda atual.

Entre os protocolos de comunicação figuram o FC (Fibre Channel) – uma das tecnologias mais comercializadas para transmitir dados entre dispositivos de computador, adequada para conectar servidores de computadores a dispositivos de armazenamento compartilhado. E o iSCSI (Small Computer System Interface) – protocolo emergente que oferece I/O por Ethernet e redes IP e que tem as mesmas vantagens da SAN, mas usa protocolos de networking.

Esse protocolo é hoje apontado como a tecnologia que mais vai ajudar o desenvolvimento do mercado de SAN. O FC/IP (Fibre Channel over IP) – junto com o iSCSI, é também uma das principais abordagens da transmissão de dados de armazenamento via redes IP. Também fazem parte desse pacote de tecnologias emergentes as soluções de Disaster Recovery (Prevenção de desastres). Visto que o armazenamento ocupa papel fundamental na estratégia de recuperação dos negócios.

A minimização dos prejuízos provocados por um eventual desastre que se abata sobre os sistemas de informação corporativos depende bastante das opções estratégicas e das soluções adotadas pela organização na área de armazenamento.

As soluções centram-se cada vez mais na continuidade do negócio e na preservação dos sistemas. A velocidade da recuperação de dados terá de ser entendida por toda a estratégia de TI da corporação e como elemento central do próprio negócio.

Fonte: http://www.nextg.com.br

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